segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DOWNTOWN PONTE DE LIMA 2012

No sabado dia 22SET2012, num dia com algum calor, mas bom para a pratica da modalidade, lá fomos mais uma vez para Ponte de Lima, para que o Ricardo (meu filho), participasse (pela 3ª vez consecutiva), no DownTown desta bonita cidade.
Como sempre, muita malta conhecida, o pessoal do Monte S. Brás (Cerejo, Guerra, Mauricio, etc) mais alguns pilotos do circuito do DHU de Portugal. Também nesta aventura esteve presente um companheiro de treino, aqui na cidade do Porto, do Ricardo.
O percurso era o mesmo dos anos anteriores, já sobejamente conhecido por quase todos os Pilotos presentes e também muito publico a assistir, tanto nos treinos como até das mangas de classificação, o que demonstra que Ponte de Lima, têm uma prova de DH, que muito agrada ao publico da Cidade.
De manhã, como sempre, os treinos para que os Pilotos vejam as melhores trajetórias, como fazer os obstáculos e até onde devem pedalar mais um pouco para ver onde podem ganhar mais umas décimas de segundo. Como não pode deixar de ser nos treinos acontecem algumas quedas, nada de anormal, nem de grande monta, tudo na maior e o pessoal a curtir os obstáculos e a dar algum espetáculo para o muito público presente nos treinos.
Às 14H30M, lá arrancou o primeiro Piloto para a Pista (o dorsal 100), um muido que durante toda a manhã, treinou, mas que a organização não deixou competir, mas que lhe deu o previlégio de ser ele a "ABRIR" a pista para a competição. Quanto a mim a Organização, este muito bem a fazer esta inovação, pois o "dono do dorsal 100" pode vir a ser um dos muitos novos valores que este desporto tem de começar a procurar e é com estes incentivos que novos Pilotos podem aparecer.
Na primeira manga que foi "lançada" por ordem numérica dos frontais (do menor para o maior), com saídas de minuto a minuto, entre pilotos o Ricardo ficou-se pelo 28º lugar em cerca de 80 concorrentes, com um tempo "razoavel" e algo distãnte do primeiro classificado o Piloto José Manuel Borges.

Na segunda manga, esta com saída consoante os tempos realizados na primeira manga, o Ricardo, melhorou o tempo em cerca de 2 segundos, mas manteve a classificação, pois quase todos os pilotos que estavam melhor classificados que ele também os melhoraram. No computo geral, valeu a pena o ter ido a Ponte de Lima, tanto para assistir a bom espetáculo de DH, como até para o convivio que tive com os pessoal de S. Brás, com os pilotos Aurélio e irmão, com o companheiro de treino do Ricardo e com o resto do pessoal que conheço. Também foi bom para o Ricardo e restantes Pilotos que estiveram presentes, pois foi um bom treino para a última prova da Taça de Portugal que se vai realizar em Coimbra, já no próximo fim de semana, dia 30SET2012.
Algumas fotos do evento:

On saturday 22SET2012 in a day with some heat, but good for the sport, there were once again to Ponte de Lima, to what Richard (my son), participate (for the 3rd consecutive time), in DownTown this beautiful city.
As always, a lot of guys known, the staff of Monte S. Brás (Cerejo, War, Mauricio, etc.) plus some pilots of the DHU loop of Portugal. Also in this adventure was present a companion training here in the city of Porto, Ricardo.
The route was the same as in previous years, already well known by almost all riders present and also very public to attend, both in training and up the sleeves of classification, which demonstrates that Ponte de Lima, you have evidence of DH, that is pleasing to the public of the City.
In the morning, as always, the training for the pilots to see the best paths, obstacles and how far should ride a little longer to see where they can earn a few more tenths of a second. As can only be some falls happen in practice, nothing unusual, or a large one, and all the staff enjoy greater obstacles and give a show to the very present in public practice.
At 14:30, there won the first pilot to Runway (dorsal 100), an muido that throughout the morning, trained, but the organization did not leave racing, but that he gave him the privilege of being "OPEN" the clue to the competition. As for me the Organization, this very well to make this innovation, as the "owner of the dorsal 100" may prove to be one of many new values ​​that the sport has to start looking and it is with these new incentives that may appear Riders.
In the first manga that was "launched" in numerical order from the front (smallest to largest), with departures every minute between riders Ricardo was up at 28th place in about 80 competitors with a time "reasonable" and something remote from the first rated the Pilot José Manuel Borges.
In the second race, this time with output depending played in the first leg, Ricardo, improved time in about 2 seconds, but kept the rating because almost all pilots who were ranked best he's also improved. Overall, it was worth it to have gone to Ponte de Lima, both good show to watch DH, but even for socializing I had with the staff of S. Brás, with pilots and brother Aurelius, with fellow training of Ricardo and the rest of the guys I know. It was also nice to Ricardo and other pilots who were present, as was a good workout for the last race of the Portugal to be held in Coimbra, by next weekend, day 30SET2012 Cup.
Some photos of the event:



quinta-feira, 5 de julho de 2012

PASSEIO DE VIANA DO CASTELO - VILA DO CONDE - PORTO

Depois de muitos adiamentos, lá acabou o grupo (4 elementos do Porto e 11 de Braga), por fazer o passeio de Viana do Castelo a Vila do Conde (tendo alguns, os 4 do Porto), resolvido fazer o resto do percurso até à cidade onde residem..
O percurso foi marcado através do GPSIES, e depois de todos terem dado a concordância, lá foi exportado para o GPS e no dia marcado 28JUN2012, foi a concretização do que há muito estava planeado.
Por volta das 05h45m já o pessoal do Porto, estava em Campanhã, para poder apanhar comboio das 06h05m com destino a Valença, mas que nos iria deixar em Viana do Castelo, o inicio da aventura. Quando o comboio chegou a Nine, já o pessoal de Braga, aguardava o comboio para se juntar ao pessoal do Porto.
Às 07h 40m, chegou o comboio a Viana do Castelo e os “15 aventureiros das bikes” saíam da estação e já procuravam um café para adquirirem as devidas calorias que iriam necessitar para efectuar o percurso, que apesar de ser feito a baixo ritmo, prometia ser cansativo e duro para alguns, mais pela falta de treino do que pela dificuldade do mesmo.
Por volta das 08 horas, o grupo começou a andar e logo se atravessou a Ponte de Viana, rumo ao Cabedelo, para depois entrar nos trilhos de uma grande mancha verde até chegar há praia da Amorosa. Depois foi o continuar sempre junto ao mar até Neiva, aldeia piscatória, algo famosa devido a ter um celebre restaurante “Pedra Alta”, restaurante esse que era muito concorrido devido às grandes mariscadas que proporcionava por um preço razoável.
Continuou o grupo sempre na alegre cavaqueira, pelo estradão até foz do Rio Neiva, tendo quase ao chegar ao fim do mesmo, ter virado à esquerda para depois entrar pelos caminhos que ladeiam os campos de cultivo junto da margem norte do Rio Neiva. Depois de o grupo ter passado por uma aldeia, lá encontrou a “ponte” (feita de grandes pedras graníticas, normalmente utilizada na maratona do Luso Galaico) que nos permitiu atravessar o Neiva. Continuou o grupo junto ao Rio Neiva, isto já na margem sul em direcção ao mar, para depois rumar por caminhos agrícolas semeados de batatas e cebolas, com muitos agricultores a trabalhar as terras até chegarmos a Esposende, cidade que normalmente em Abril organiza uma das maiores Maratonas de BTT do Norte, O Luso Galaico, sempre com cerca de dois mil BTTistas, e que já vai na sua 11ªedição.
Sempre junto do Rio Cavado, para logo se atravessar a Ponte que liga Esposende a Fão, ponte essa de construção em ferro e no final da mesma, virar para Ofir, local onde existe uma praia bonita normalmente frequentado por muita população, continuamos sempre junto ao mar até chegar a Apulia, também uma vila piscatória, também com uma praia bonita e um mercado de peixe, onde os pescadores locais fazem o seu negócio e lá foi o grupo seguindo sempre para sul, passando por mais algumas praias e depois de alguns quilómetros por estradas secundárias (com muito pouco trânsito e sempre a conseguir sentir o ar marítimo e por algumas vezes olhar o mar) já estava o grupo a chegar há Povoa do Varzim, cidade com um grande porto de pesca e também onde se realiza outra das grandes maratonas de BTT do Norte “A Maratona BTT da Povoa do Varzim”, normalmente organizada na primeira semana de Outubro, depois do Estádio do Varzim , foi o entrar na Ciclovia, que liga a Cidade da Póvoa a Vila do Conde, até chegar o grupo ao Castelo da Foz do Rio Ave, continuando seguindo o Rio, passando pela caravela quinhentista ancorada no Rio Ave para depois o grupo resolver parar para almoçar.
O almoço, foi, isto para quase todos “Francesinha” e depois de ter acabado o almoço, os 11 de Braga, rumaram para a estação do metro de Vila do Conde, para regressarem ao Porto, utilizando o metro até Campanhã para puderem apanhar o comboio até Braga.
O pessoal que reside no Porto, continuou o passeio sempre junto ao mar pelos trilhos, já muito utilizados, por pelo menos dois elementos do grupo. As localidades por onde esses 4 elementos passaram foram, Arvore, junto do parque de campismo, fazendo o percurso por trilhos junto das dunas até Mindelo, seguindo sempre junto ao mar até Vila Chã, também uma vila piscatória, para logo depois de andar em cima dos novos passadiços que existem junto das praias chegarmos ao marco geodésico de Labruje, para logo se entrar em Angeiras, também uma vila piscatória, seguiu o grupo sempre junto do mar, já utilizando a nova ciclovia até chegar à praia da Memória, local de desembarque da força expedicionária que veio libertar o Porto, aquando da guerra entre absolutistas e liberais, para logo passar junto da Refinaria de Petróleo da Leça da Palmeira, passando pelo farol da Boa Nova, marginal das praias de Leça, seguindo pela ciclovia, entrando na ponte móvel da doca de Leixões, passar junto da lota do peixe de Matosinhos, marginal das praias de Matosinhos, para logo se ver os emblemáticos “Anémona” e Edifício Transparente, local onde os 4 se dividiram, pois 2 subiram a estrada da circunvalação e os outros dois ainda continuaram atravessando o parque da cidade, tendo depois subido a Avenida da Boavista, até junto da Rotunda com o mesmo nome, local onde terminou o passeio.
Foi um passeio, extremamente agradável, na companhia de pessoal muito bem disposto, que se manteve sempre unido, isto apesar de algumas contrariedades, por duas vezes a malta saiu do trilho e andamos a procurar o mesmo isto recorrendo a informações das pessoas que encontrávamos, ou então andando mesmo procurando por onde devíamos ir, três furos (dois meus) com as consequentes paragens, e por duas ou três vezes o ter de desmontar das Bikes, pois o percurso tinha autênticos “bunkers” de areia, que não dava para andar em cima da “burra”, de resto tudo muito porreiro.